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Após quatro meses da assinatura de um memorando de entendimentos, a ETH Bioenergia, uma empresa da Organização Odebrecht, e a Brenco concluíram o processo de combinação de ativos que levou à criação da empresa líder na produção de etanol e geração de energia elétrica a partir da biomassa.

A nova empresa, que manterá o nome ETH Bioenergia, produzirá 3 bilhões de litros de etanol e 2.700 Gwh de energia elétrica em 2012. Terá capacidade de moagem equivalente a 40 milhões de toneladas de cana por safra em nove unidades industriais, com operações agrícolas 100% mecanizadas.

Juntas, as empresas já investiram R$ 3,8 bilhões e têm um compromisso de investimento adicional de R$ 3,5 bilhões, no período de 2010 a 2012, para levar as nove unidades à capacidade máxima de produção. "Esta operação estratégica representa um passo decisivo nos planos de crescimento da ETH e cria uma empresa líder de bioenergia, que combina competitividade e sustentabilidade", diz José Carlos Grubisich, presidente da ETH Bioenergia.

As duas empresas apresentam um conjunto de ativos que reúne tecnologia e escala, fortalecendo o conceito de formação de polos de produção. O setor de bioenergia deve crescer significativamente nos próximos anos e a nova empresa terá muitas oportunidades neste contexto, afirma Philippe Reichstul, presidente da Brenco.

No acordo, a Odebrecht S.A., em associação com a Sojitz Corporation, passa a deter 65% do capital da ETH Bioenergia, e os acionistas da Brenco participam com 35%. Quanto à governança corporativa, será formado um conselho de administração com a participação de 10 membros, sendo 7 indicações dos acionistas Odebrecht/Sojitz e 3 indicações dos demais acionistas.

A empresa resultante da combinação de ativos tem 7.600 integrantes e, com o programa de investimentos previsto para os próximos anos, atingirá o número de 10.000 integrantes em 2012.

"A ETH Bioenergia tem vocação para o crescimento, e o forte programa de investimentos previsto para os próximos anos, permitirá a criação de mais de 2.400 novos empregos, além da capacitação de todas as equipes", diz Grubisich.